POEMAS DO ANDRÉ

Post de 16/01/2021 atualizado em 6/04/2021

Muito Prazer (06/04/2021)

Eu sou André feito de Freitas, arte, poesia e canções, sou André do movimento, da força dos guimarães. Eu assinava meu nome, só André, só Guimarães, achava que impressionava, abria caminhos e arrumava algumas de fãs.

O meu nome foi forjado, com amor, esperança e paixão, não posso negar minha essência, e os anseios do coração. Hoje sou muito mais de freias, mas frágil que os guimarães, mas não importa o que isso seja.

Eu sou: andre de freias guimaraes

 


Alegria de Viver (27/01/2021)

Escrever é sofrimento.
Espremer as emoções.
Vivenciar o momento, as mais profundas sensações.
Acabam saindo coisas, que se finge que não vê, mas também saem outras coisas, que dá coragem pra viver.
Tem prazer, tem alegria, sonhos de enlouquecer.
Tem paixão e euforia só de pensar que você vai ler.



Escritor de Vanguarda (23/01/2021)

Vou ser um escritor de vanguarda. Desses que só se falam da gente.
Vou soltar os meus poemas, de uma forma de diferente.
Vou botar no Instagram, no Tik Tok e na sua mente.
Vou falar das coisas boas e das duras, simplesmente.
Não tenho uma grande editora. Nem Blog cheio de gente.
Vou conquistar um a um, tentando ser envolvente.
Vou abrir minha cabeça, pra entrar na sua vida. E escrever só pra você, pra ganhar sua curtida.

 



Concisa Poesia (22/01/2021)

Teria alguém que um dia, com duas frases, fez uma poesia:
“Não se faz uma frase. Uma frase se cria”.
Alguém de mim se lembraria, se eu escrevesse essa poesia?
Quero escrever duas palavras. E tudo que possa ser dito. E fazer você lembrar, simplesmente por eu ter escrito.
Não preciso escrever nada. Tudo já foi escrito. Apenas com duas palavras, tudo que podia ser dito.
Está nas mais belas poesias, que todo mundo recita, no que eu sinto por ela,
Na frase, que por todo mundo, é dita: Te amo.



Território Feminino (21/01/2021)

Território é o que limita. Onde não se pode penetrar. Ele exclui e inabilita. Não se consegue alimentar. Os leões e as leoas, vivem uma vida “singular”. Os leões ficam de boa, e põe as leoas pra caçar. Cuidam das crias e das coisas. E quando ele acorda tem que dá. “Leão é bicho que não presta”. Diziam minhas tias por lá. – Damos conta de tudo pra ele de Rei pousar. “Vai trabalha vagabundo”! Me deixa que eu sei me virar. Viviam rosnando isso e eu brincava de brigar. Queria ser forte e majestoso. RUGIR pro território preservar. Eu era um gatinho manhoso, mas não parava de sonhar. Território não é limite. É um lugar pra preservar. Pra abrigar, sentir em casa e de carinho se alimentar.



CANETA (18/01/2021)

Estou testando esse papel. E a cor dessa

caneta,

tem vermelho tem azul, essa aqui da cor preta.

Poderosa essa caneta!

Adorei esse papel, ele me acolhe e me acalma.

Por isso vou botar nele, pinturas da mina alma.

 

 

 


 

Aprendendo a Escrever (16/01/2021)

Resolvi escrever. Há muito tempo vinha pensando nisso. Já havia tentado uns arranhões aqui outros ali, mas só conseguia fazer barulho e uns acordes dissonantes.
Conheci uma menina super articulada e chique. Mora em Veneza e vive de arte.
Ela escutou a minha ladainha, que escrevo gato com “j” e que só li O Menino do Dedo Verde e Maquiavel. Ela disse que com carinho tudo teria um jeito. Que iria me apresentar uma tal de Clarice e até na minha caligrafia ela daria um tapa.
Escrever é bom, me faz bem. Começa em uma ideia na cabeça, que vou arrumando no papel, desenhando na mente e surge o que quero fazer, pra quem e o que quero dizer. E digo. Ou melhor, escrevo.
Depois olho as palavras, o tom e a cadencia do texto. Vou mexendo aqui, tenho um insight ali e a ideia começa a tomar forma. Leio dezenas de vezes e peço pra lerem em voz alta pra mim. Aí mando para quem queria mandar e percebo as emoções que criei e as marcas que deixei.
Aquela menina, não a Clarice, me ensinou que escrever é isso: envolver, comover, emocionar.
É sobre deixar marcas e brilhar, pra nunca mais se apagar.

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k´a.ku

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